A audiometria é um exame que tem como objetivo avaliar a capacidade do paciente para ouvir e interpretar sons. Através do exame detectam-se possíveis alterações auditivas e permite orientar o paciente sobre as medidas preventivas ou tratamentos mais adequados para cada caso.
A audiometria é a avaliação comportamental da audição, e a técnica, mas conhecida foi elaborada por dois pesquisadores japoneses: Suzuki e Ogiba, que se basearam no condicionamento do reflexo de orientação (COR – Conditioned Orientation Reflex).
“Baseia-se na apresentação de um estímulo visual estranho à criança; ela tende a procurar a fonte ou a origem do estímulo (reflexo não condicionado) – associamos este reflexo a um tom puro. A criança irá procurar a fonte sonora (o som) sem depender da estimulação visual apresentada.” (Portal educação)
Conheça os pontos importantes para a audiometria condicionada:
O sucesso da avaliação irá depender da atenção da criança, e do esforço do profissional, pois essa avaliação é não fácil. É importante que este exame seja realizado o quanto antes, para que possíveis alterações sejam encaminhadas aos devidos tratamentos.
BERA é o nome mais conhecido deste exame, embora seja uma abreviação do inglês (Brainstem Evoked Response Audiometry). Agora começa a ser chamado também de PEATE (Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Cerebral). É um exame que analisa todo o percurso do som, desde que entra no ouvido até o tronco encefálico. Portanto ele analisa a integridade das vias auditivas nervosas. Esta região é responsável pela integração das informações para o cérebro. O BERA faz isso através do registro das atividades elétricas que ocorre no sistema auditivo.
É um exame rápido, objetivo e indolor composto por dois procedimentos: timpanometria e a pesquisa do reflexo acústico. A timpanometria avalia a integridade da membrana timpânica, as estruturas da orelha média e tuba auditiva e a pesquisa do reflexo acústico avalia as condições da orelha média até a região do complexo olivar superior, é uma contração involuntária dos músculos da orelha média em resposta a um estímulo sonoro.
O teste da orelhinha deverá ser realizado à partir do nascimento, preferencialmente nos primeiros 3 meses de vida do bebê.
A técnica mais utilizada para a triagem auditiva neonatal é o exame de Otoemissões Acústicas (OEAs). É um exame indolor, de rápida execução (com tempo médio de 5 minutos), feito com sono natural, a partir da colocação de um pequeno fone na parte externa do ouvido do bebê. O EOA consiste na produção de um estímulo sonoro e na captação do seu retorno (eco), sendo registrado no computador se as partes internas da orelha (cóclea) estão funcionando e emitido um gráfico com o resultado do exame. O resultado é informado no final do exame. Um protocolo de avaliação junto com o laudo será enviado à mãe e ao médico solicitante. Quando houver suspeita de deficiência a partir da triagem auditiva, a criança será encaminhada para avaliação otológica e audiológica completas.
As emissões otoacústicas por produtos de distorção é um procedimento objetivo, rápido, não invasivo, de custo relativamente barato e que tem grande importância no diagnóstico diferencial das patologias que afetam as vias auditivas. Interpretadas ao lado de outras provas diagnósticas, comportamentais, psicoacústicas ou eletrofisiológicas, diferenciam, especialmente, as lesões sensoriais das neurais.
A avaliação otoneurológica ( incluindo a Vectoeletronistagmografia e a Videonistagmografia) envolve um conjunto de testes que tem a finalidade de diagnosticar distúrbios da audição e do equilíbrio corporal. Portanto, não existe um roteiro padrão, os testes têm que ser aplicados de forma personalizada, em que o achado de um exame determina a aplicação de um outro, mais avançado.
Todos os testes que compõem a bateria de avaliação otoneurológica são de fácil aplicação e muito bem tolerados pelos doentes. Parte deles depende da colaboração do examinando, que interage com o examinador, e outros independem dessa colaboração, devendo o paciente permanecer calmo e relaxado.
Ele é indicado para todos aqueles que se queixam de distúrbios da audição (eu não escuto, não entendo o que falam, o barulho me incomoda, tenho barulhos nos ouvidos e/ou na cabeça, etc.) e do equilíbrio corporal (estou tonto, tenho vertigem; parece que estou bêbado ou pisando em espuma; tenho tonturas em lugares altos ou abertos; sinto enjoo em veículos em movimento; parece que, quando ando, pendo para o lado; tenho enjoo e vertigem quando levanto, abaixo ou viro a cabeça, etc.).
O nosso Tomógrafo detalha, em imagens de alta definição, a região da cabeça como seios da face, ouvido, vias aéreas, ossos temporais e ATM. O exame é rápido e dura apenas alguns segundos, sem dor, desconforto e com baixa radiação.
– Exame rápido e em equipamento que não causa desconforto;
– Pronto atendimento: não necessita agendamento;
– Resultados de alta qualidade e confiabilidade;
– Imagens disponíveis logo após o exame;
Trata-se de um exame onde serão avaliados cada um dos 12 nervos cranianos (pares cranianos) diretamente ligados ao cérebro. Um ou mais destes nervos podem ter sofrido lesão, tumor ou infecção e o exame indica se há alguma afetação e onde há. Estes nervos têm funções olfativa, visão, motilidade dos olhos, da boca, sensibilidade e motilidade dos músculos da face, da audição, da gustação, movimento e senbilidade da boca, faringe, laringe e língua.
A polissonografia é um exame que serve para analisar a qualidade do sono e diagnosticar doenças relacionadas ao sono, podendo ser indicado para pessoas de qualquer idade. Durante o exame de polissonografiao paciente dorme com eletrodos fixados no corpo que permitem o registro simultâneo de vários parâmetros como atividade cerebral, movimento dos olhos, atividades dos músculos, respiração, dentre outros.
As principais indicações do exame incluem a investigação e avaliação de distúrbios como:
Geralmente, a polissonografia é realizada em internamento de uma noite no hospital, para permitir a sua monitorização. Em alguns casos, pode ser feita a polissonografia domiciliar, com um aparelho portátil, que apesar de não ser tão completa quanto a que é realizada no hospital, pode ser útil em casos indicados pelo médico.
É um exame realizado com fibra ótica rígida ou flexível, com uso de anestésico tópico sem necessidade de preparo (jejum) ou afastamento do trabalho. Realizado em adultos e crianças. No caso das crianças, geralmente usa-se a fibra ótica flexível. Com este exame pode ser diagnosticado desvio do septo, hipertrofia de cornetos inferiores, polipose nasal, sinusites, hipertrofia de adenoide, corpo estranho nasal, imperfuração da coana.
A Videolaringoscopia é um exame muito importante para a investigação da região da hipofaringe, da laringe e das cordas vocais.
Assim, como em todo procedimento endoscópico, o médico se utiliza de um elemento ótico(endoscópio) que neste caso pode ser rígido ou flexível(imagem formada por lentes ou sistema de fibras óticas), para examinar a laringe do paciente.
No caso do endoscópio rígido, o mesmo é angulado para visualizar todas as estruturas, incluindo as pregas vocais. Quando se utiliza o endoscópio flexível, o mesmo é inserido desde a cavidade nasal, até que chegue à laringe. O instrumento possui comprimento suficiente para realizar todo este trajeto.
Inúmeras doenças – agudas e crônicas, de tratamento clínico ou cirúrgico – podem ser investigadas e, ainda, acompanhar a evolução do tratamento.
Diagnóstico e acompanhamento de tratamento de lesões na região da laringe, provenientes de danos em outras regiões, como a doença do refluxo gastro-esofágico, são muitas vezes detectados através da videolaringoscopia.
A Video-laringoscopia com estroboscopia, a fonte de luz, possui um sensor, similar a um microfone que é posicionado na parte externa na garganta do paciente, e capta a frequência de vibração das cordas vocais(Esta frequência é chamada de frequência fundamental).
A partir disso, a luz emitida e que ilumina a cavidade laringeana, vibra(pisca) na mesma frequência das cordas vocais. Como resultado, na imagem endoscópica, mostrada na tela do monitor, as cordas vocais podem ser vistas paradas, ou com movimentos vagarosos.
Como resultado, pequenas lesões na laringe do paciente, podem ser identificadas de forma precoce e o tratamento pode ser feito de forma mais dirigida.
O exame não requer sedação, apenas leve anestésico local e dura no máximo 10 minutos.
Pra que serve?
• Avaliar o funcionamento do esfincter velo-faringeo (entre o nariz e a garganta)
• Avaliar estreitamentos no rino-orofaringe através da Manobra de Müller.
Como é feito?
O exame é realizado com o paciente sentado utilizando-se ótica rígida 4mm/30° ou com ótica flexível introduzida lentamente pela narina até o fundo do nariz quando se pede ao paciente para engolir um preparado líquido/pastoso e podemos observar o fechamento do anel velo-faringeo
Preparo:
• Se desejar, trazer DVD-R virgem para gravação das imagens
• Trazer pedido médico, RG, Carteira do convênio (só para atendimento via plano de saúde)
• Atentar para prazo de validade do pedido médico (só para atendimento via plano de saúde)
• Consultar o seu convênio/plano de saúde referente à necessidade de autorização
• Chegar com 20 minutos de antecedência
É um procedimento endoscópico realizado em nosso consultório, com o auxílio de uma fonoaudióloga, que permite a investigação detalhada dos distúrbios da deglutição e engasgos, isto é, da disfagia.
Como é realizado?
Após a passagem de uma fibra óptica flexível pelo nariz, são oferecidos ao paciente alimentos de diferentes consistências (líquida, pastosa e sólida). O processo de deglutição é filmado e detalhadamente analisado.
O exame não é doloroso, mas pode gerar um certo incômodo. Na maioria das vezes é realizado sem anestesia ou sedação . Tem duração de cerca de 20 minutos.
Qual é o preparo?
O paciente deve fazer um jejum de 2 horas e realizar agendamento prévio. Nesse momento, iremos orientá-lo sobre quais alimentos serão utilizados no exame.
Nossa equipe está preparada para esclarecer eventuais dúvidas e realizar a videoendoscopia da deglutição da forma mais segura e eficiente possível.
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